O Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde vai passar a divulgar semanalmente, às terças-feiras, um boletim informativo sobre reacções adversas à vacina contra a gripe pandémica, que pode ser consultado no site do Infarmed, na área dedicada à gripe A.
Ou no seguinte endereço:
http://www.infarmed.pt/portal/page/portal/INFARMED/GRIPE_A1/NOVIDADES/Boletim_N1_2009_11_30.pdf
A Agência Europeia do Medicamento (EMEA) iniciou a divulgação de informação sobre a evolução da pandemia da gripe, bem como a estimativa do número de doses distribuídas e administradas na União Europeia e um sumário das reacções adversas associadas às vacinas e antivíricos autorizados a nível centralizado.
Este relatório poderá ser consultado no sítio da EMEA no seguinte endereço: http://www.emea.europa.eu/pdfs/general/direct/pr/77514009en.pdf
2009/12/16
2009/12/06
VENDA DE NATAL FEMINISTA!
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DIAS 11, 12 E 13 DE DEZEMBRO
na LX FACTORY/Ler Devagar!
Vem à venda de Natal feminista da UMAR na LX Factory!!
A UMAR PRECISA DE TI!!
Doces, postais, agenda feminista, e ainda outros materiais feministas ESTARÃO À VENDA!
HORÁRIO:
Sexta-feira: 21h às 24h00
Sábado: 15h às 24h00
Domingo: 15h às 22h00
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Domingo: 15h às 22h00
2009/12/02
testes rápidos ao VIH para breve?
Actualmente um dos problemas relacionados com o VIH é o conhecimento tardio da doença. A maioria das pessoas conhecem a sua seropositividade muitas vezes já em estadio de SIDA ou seja vários anos depois da infecção.
Nos EUA, a Food and Drug Administration (FDA), a agência governamental que regula os medicamentos pretende por em prática a comercialização de testes rápidos do VIH - o que os tornaria tão banais como os testes de gravidez.
saiba mais em:
http://jornal.publico.clix.pt/noticia/01-12-2009/os-testes-caseiros-estao-a-chegar-18325773.htm
Nos EUA, a Food and Drug Administration (FDA), a agência governamental que regula os medicamentos pretende por em prática a comercialização de testes rápidos do VIH - o que os tornaria tão banais como os testes de gravidez.
saiba mais em:
http://jornal.publico.clix.pt/noticia/01-12-2009/os-testes-caseiros-estao-a-chegar-18325773.htm
2009/12/01
dia mundial da SIDA?
2009/11/24
Portugal é o país da Europa Ocidental e Central com mais novos casos de infecção pelo VIH/Sida
Portugal é o país da Europa Ocidental e Central com mais novos casos de infecção pelo VIH/Sida, segundo o relatório anual da ONUSida e da Organização Mundial de Saúde sobre a evolução da doença no mundo.
O relatório refere que o número mais elevado de novas infecções por VIH encontra-se nos Estados Unidos e Portugal.
Apesar destes dados, Portugal tem reflectido ao longo dos anos uma descida no número de casos, segundo a tabela "Novos diagnósticos de infecção VIH e taxas por milhão de habitantes por país e ano de diagnóstico", presente no documento HIV/AIDS surveillance in Europe 2007 da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC).
De acordo com esta tabela, Portugal registou, em 2004, 1764 novos casos de sida, número que desceu para 1573 no ano seguinte, para 1510 em 2006 e 894 em 2007.
O relatório da ONUSida salienta que desde que surgiu a doença, cerca de 25 milhões de pessoas morreram e 60 milhões foram infectadas, mas as novas infecções diminuíram 17 por cento nos últimos oito anos.
O relatório da ONUSida estima que existam cerca de 33,4 milhões de pessoas infectadas pelo VIH, um pouco mais do que os 33,2 milhões estimados em 2007.
saiba mais em:
http://publico.pt/Sociedade/portugal-e-o-pais-da-europa-ocidental-com-mais-novos-casos-de-infeccao-de-sida_1411174
O relatório refere que o número mais elevado de novas infecções por VIH encontra-se nos Estados Unidos e Portugal.
Apesar destes dados, Portugal tem reflectido ao longo dos anos uma descida no número de casos, segundo a tabela "Novos diagnósticos de infecção VIH e taxas por milhão de habitantes por país e ano de diagnóstico", presente no documento HIV/AIDS surveillance in Europe 2007 da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC).
De acordo com esta tabela, Portugal registou, em 2004, 1764 novos casos de sida, número que desceu para 1573 no ano seguinte, para 1510 em 2006 e 894 em 2007.
O relatório da ONUSida salienta que desde que surgiu a doença, cerca de 25 milhões de pessoas morreram e 60 milhões foram infectadas, mas as novas infecções diminuíram 17 por cento nos últimos oito anos.
O relatório da ONUSida estima que existam cerca de 33,4 milhões de pessoas infectadas pelo VIH, um pouco mais do que os 33,2 milhões estimados em 2007.
saiba mais em:
http://publico.pt/Sociedade/portugal-e-o-pais-da-europa-ocidental-com-mais-novos-casos-de-infeccao-de-sida_1411174
2009/11/14
campanha portuguesa de prevenção ganha prémio
Campanha de prevenção contra o VIH/SIDA, "Cinco razões para não usar preservativo", promovida pela Coordenação Nacional para a Infecção do VIH/sida ganha prémio europeu.
Este filme foi escrito, produzido e realizado pela Monomito Argumentistas para a Campanha de prevenção da infecção pelo vírus da Sida lançada pelo Alto Comissariado da Saúde em Outubro de 2007. E foi considerado o melhor anúncio governamental europeu de prevenção da sida num concurso internacional, dinamizado pelo Governo alemão.
Este filme foi escrito, produzido e realizado pela Monomito Argumentistas para a Campanha de prevenção da infecção pelo vírus da Sida lançada pelo Alto Comissariado da Saúde em Outubro de 2007. E foi considerado o melhor anúncio governamental europeu de prevenção da sida num concurso internacional, dinamizado pelo Governo alemão.
2009/11/10
projecto DOVE para conhecer a realidade da violência doméstica

o projecto DoVE - Domestic Violence against Women/Men in Europe: Prevalence, determinants, effects and policies/practices é um novo projecto europeu em oito países, que nos próximos dois anos vai tentar avaliar os danos na saúde mental e física das vítimas de violência doméstica.
O projecto vai ser liderado por uma equipa da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), coordenada por Henrique Barros que diz querer perceber o que se passa na comunidade das "pessoas normais, pessoas como nós". Ainda assim, os porquês deverão ficar de fora deste estudo, uma vez que não se pretende fazer uma análise qualitativa alegando-se que se perde informação e se perde muito tempo.
Os dados do DoVE serão baseados em entrevistas a cerca de 800 pessoas de cada um dos oito países (Portugal, Suécia, Alemanha, Reino Unido, Bélgica, Espanha, Grécia e Hungria). Em Portugal, incidirá sobre pessoas entre os 18 e 64 anos que vivam no Porto, escolhidas aleatoriamente. O Coordenador declarou ao Público que "No limite, queremos mudar leis. Queremos melhores estatísticas para melhor saúde". A nódoa negra ou um braço partido poderão ser algumas marcas visíveis de um caso de violência doméstica mas este estudo quer perceber o que não é óbvio, isto é, em que medida doenças para as quais nós não temos ainda um conhecimento exacto das suas causas poderão estar relacionadas com situações de violência.Os dados vão permitir saber qual a frequência do problema da violência nos vários países europeus, possibilitar comparações e estabelecer uma relação mais ou menos directa com os problemas de saúde associados.
Os vários actores políticos que agem no sentido da resolução do problema da violência doméstica poderão ganhar com este estudo novas informações sobre a realidade que carece de uma intervenção consequente a vários níveis. O DoVE permitirá uma melhor percepção da expressão da violência de género, uma avaliação quantitativa da violência contra os homens, analisar o que se passa no mundo das relações homossexuais. Há ainda o desafio de ver como as culturas, os enquadramentos jurídicos e os costumes de cada país modificam a expressão do fenómeno.
Os dados do DoVE serão baseados em entrevistas a cerca de 800 pessoas de cada um dos oito países (Portugal, Suécia, Alemanha, Reino Unido, Bélgica, Espanha, Grécia e Hungria). Em Portugal, incidirá sobre pessoas entre os 18 e 64 anos que vivam no Porto, escolhidas aleatoriamente. O Coordenador declarou ao Público que "No limite, queremos mudar leis. Queremos melhores estatísticas para melhor saúde". A nódoa negra ou um braço partido poderão ser algumas marcas visíveis de um caso de violência doméstica mas este estudo quer perceber o que não é óbvio, isto é, em que medida doenças para as quais nós não temos ainda um conhecimento exacto das suas causas poderão estar relacionadas com situações de violência.Os dados vão permitir saber qual a frequência do problema da violência nos vários países europeus, possibilitar comparações e estabelecer uma relação mais ou menos directa com os problemas de saúde associados.
Os vários actores políticos que agem no sentido da resolução do problema da violência doméstica poderão ganhar com este estudo novas informações sobre a realidade que carece de uma intervenção consequente a vários níveis. O DoVE permitirá uma melhor percepção da expressão da violência de género, uma avaliação quantitativa da violência contra os homens, analisar o que se passa no mundo das relações homossexuais. Há ainda o desafio de ver como as culturas, os enquadramentos jurídicos e os costumes de cada país modificam a expressão do fenómeno.
Paralelamente, a investigação pretende reunir, analisar e comparar a legislação e práticas profissionais de cada país no que toca a medidas de prevenção, detecção e reabilitação de vítimas e agressores. A comparação desses dados entre os diferentes países envolvidos no projecto vai permitir fazer algumas leituras sobre o efeito que diferentes tipos de medidas têm sobre a prevalência da violência doméstica e elaborar propostas que visem a sua melhoria.
Em Portugal, existe legislação sobre violência doméstica desde 1991. Em 2008, a PSP e a GNR registaram cerca de 27 mil queixas referentes a casos de violência doméstica.
Em Portugal, existe legislação sobre violência doméstica desde 1991. Em 2008, a PSP e a GNR registaram cerca de 27 mil queixas referentes a casos de violência doméstica.
Saiba mais em:
Fonte: Público e Esquerda
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